quarta-feira, 8 de junho de 2011

NEM TUDO ESTÁ PERDIDO... OU AO MENOS PARECE

Providências
A TAM afirma que providenciará alimentação e hotel para os passageiros em trânsito, que serão reacomodados nas próximas opções de voos disponíveis, após a reabertura dos aeroportos.
"Como as condições meteorológicas e a atividade do vulcão estão mudando constantemente, a companhia continuará avaliando a situação para retomar suas operações normais o mais rapidamente possível", diz a aérea em nota.
Em caso de dúvida, os clientes devem entrar em contato com a Central de Atendimento da TAM antes de se dirigirem ao aeroporto, de acordo com o país de embarque. Os números são os seguintes: Brasil (4002-5700 –capitais - e 0800-570-5700 - demais localidades), Argentina — (0 810 333 3333), Chile (56 2 6767 900) e Uruguai (000 4019 0223).
A GOL informou que irá providenciar alimentação e acomodação em hotéis. Já os clientes com viagens marcadas, para voos até o dia 13 de junho, com destino ou origem em cidades atingidas, poderão contatar a companhia pelo telefone 0800 7040465. Para efetuar a remarcação sem custos ou optar pelo cancelamento com reembolso integral da passagem, o passageiro deve entrar em contato pelo 03001152121.
Em comunicado, a Lufthansa informou que o voo que partiu nesta segunda-feira (6) à noite de Frankfurt e foi preventivamente desviado para Cumbica ocorreu em razão "das informações recebidas sobre a nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue-Caulle".
De acordo com a companhia, os 294 passageiros foram acomodados em um hotel e o voo rá decolar nesta quarta (8) às 6h30, com previsão de chegada a Buenos Aires às 8h. 
A Aerolineas Argentinas comunicou, em seu site, que os voos afetados pelo vulcão são para a Argentina e Chile. Novo comunicado deve ser colocado no site da empresa ainda nesta terça.

Vulcão + Aviação = MERDA

Se não bastasse a aviação por si só, chuvas, ventos fortes e a nossa excelentíssima senhora Infraero, ainda tem mais essa...

As nuvens do vulcão Puyehue, que entrou em erupção no final de semana no Chile, chegaram nesta terça-feira (7) ao espaço aéreo brasileiro, informou a FAB (Força Aérea Brasileira). As nuvens atingiram a fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai.
Segundo o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), órgão do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), a camada de fumaça está concentrada na faixa de 5.200 a 7.600 metros de altitude.
“No momento, as nuvens afetam uma pequena porção do espaço aéreo brasileiro próximo a fronteira com o Uruguai”, informou o major Antonio Marcio Ferreira Crespo, gerente nacional do fluxo de tráfego aéreo.
Segundo ele, há previsão de modificação de rotas e destinos de forma que as aeronaves não pousem em aeroportos impactados pelas nuvens. Até a tarde desta terça, no entanto, o maior impacto nos aeroportos brasileiros está, segundo o major, “muito mais relacionado a problemas meteorológicos do que propriamente em relação a nuvens vulcânicas”.

Voos entre o Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Uruguai e Peru estão prejudicados nesta terça-feira (7) em razão da nuvem de cinzas do vulcão Puyehue, no Chile, segundo as principais companhias aéreas e a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) dos aeroportos  internacionais brasileiros.
A companhia aérea TAM informou, em nota, o cancelamento de 32 voos em razão do fechamento dos aeroportos de Buenos Aires (Argentina); da previsão de fechamento do aeroporto de Assunção (Paraguai) na tarde desta terça; e da obstrução das rotas de voo entre Brasil, Montevidéu (Uruguai) e Santiago (Chile), para garantir a segurança dos passageiros.
A empresa aérea GOL cancelou 11 voos com destino a Buenos Aires, provenientes de São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Porto Alegre, Assunção, Santiago, Córdoba e Rosário (Argentina), e também para estes locais provindos da capital argentina. Após passagem de cinzas de vulcão, voos começaram a ser retomados na Argentina na tarde desta terça.
A companhia aérea LAN cancelou 15 voos internacionais nesta terça com rotas entre Buenos Aires, Córdoba, Santiago, Montevidéu e Lima. A empresa informou que os passageiros, inclusive os brasileiros, poderão solicitar a troca das passagens sem multa ou requerer a devolução.
Um voo da Lufthansa que partiu de Frankfurt, na Alemanha, com destino a Buenos Aires, pousou nesta manhã no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, São Paulo, como medida de prevenção. A aérea não possui voos diretos de SP para Buenos Aires ou para Santiago.
No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Cumbica, a Infraero informou que 16 partidas e cinco chegadas foram canceladas desde a 0h desta terça. Entre os voos estão sete da companhia aérea TAM, e um da companhia GOL com destino ao Aeroporto Ezeiza, na Argentina, proveniente de Lima.
Já a Infraero no Galeão afirmou que foram canceladas nove chegadas previstas: sete voos provenientes de Buenos Aires, um de Montevidéu e um de Córdoba, e 10 partidas, por falta de condições de visibilidade: oito para Buenos Aires, uma para Montevidéu e uma para Santiago. Ainda de acordo com a empresa, não há tumulto de passageiros no saguão do Aeroporto Internacional Tom Jobim, por conta do movimento reduzido de baixa temporada.
A Infraero do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, informou que foram canceladas 10 chegadas e cinco partidas até as 16h30. Um dos voos, da empresa Taca, era proveniente do Peru, com chegada prevista para as 6h. As outras companhias com cancelamentos no aeroporto são a GOL, a TAM, Aerolineas Argentinas e Pluna.
Nesta terça, a Infraero em Brasília informa que 38,4% dos voos internacionais (56 ao todo) do país foram cancelados até as 18h. Nesta segunda (6), durante todo o dia, foram cancelados 29 voos (12,78% do total de vôos previstos).

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Até que enfim uma notícia boa

A presidente Dilma Rousseff decidiu na última hora privatizar totalmente os aeroportos de Cumbica, Viracopos e Brasília por avaliar que a estatal Infraero não tem sido eficiente na operação aeroportuária e era preciso atrair empresas internacionais do setor para melhorar a qualidade dos serviços.


Até então, o governo havia optado pelo modelo de concessão administrativa, no qual a operação dos aeroportos continuaria com a Infraero e apenas a construção de novos terminais seria repassada à iniciativa privada --que ficaria com a exploração comercial das áreas.


Agora, segundo a reportagem apurou, a estatal vai, no máximo, compartilhar a operação desses aeroportos, que ficará sob comando do consórcio vencedor.


Diversas operadoras estrangeiras já demonstraram interesse pelo setor no país.